Arquivo do blog

O Movimento Mobiliza UEG consiste num movimento unificado de professores, estudantes e funcionários técnico-administrativos da Universidade Estadual de Goiás, espontâneo, independente, não institucionalizado, não hierarquizado e que adota como estratégia de atuação a ação direta. Seu objetivo é intervir no processo de construção da UEG com a finalidade de torná-la, de fato, uma universidade pública, gratuita, autônoma e democrática, capaz de cumprir o seu papel enquanto instituição de educação superior, produtora e socializadora de conhecimentos que contribuam para o bem-estar da sociedade goiana, em particular, da sociedade brasileira, em geral, e, quiçá, de toda a humanidade, primando pela qualidade reconhecida social e academicamente.

Pesquisar este blog

Carregando...

Total de visualizações de página

Email MOBILIZA UEG

Translate

Você concorda com as posições do governo MArconi Perillo em relação à greve da UEG?

Videos Movimento Mobiliza UEG

Loading...

sábado, 18 de abril de 2015

ASSEMBLEIA GERAL MOBILIZA UEG EM 25 DE ABRIL - CAMPUS ESEFFEGO


MARCONI PERIGGO PRESENTEIA FRIBOI COM MAIS DE R$1 BILHÃO. E PARA A UEG: NADA!

Churrascada da UEG em frente ao Palácio do Governo de Goiás: MARCONI! VAQUEIRO! DEVOLVE O DINHEIRO!
UEG: 16 ANOS DE DESCASO
POR QUANTOS ANIVERSÁRIOS MAIS?

Neste dia 16 de abril de 2015, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) está completando 16 anos de existência. A comemoração desse aniversário não poderia ser de outro modo, senão na forma de protesto, através de uma grande CHURRASCADA na Pça. Cívica, em frente ao palácio do governo estadual. O churrasco é um repúdio ao governo de Marconi Periggo (PSDB), pelo perdão da dívida que supera o valor de R$ 1bilhão (R$ 1.000.000.000,00) em impostos sonegados (ICMS) pelo grupo JBS–Friboi. A chamada Lei-Friboi foi assinada no apagar das luzes do ano de 2014 (véspera do natal, que presente!) e isentou o grupo JBS-Friboi de impostos que foram sonegados durante dez anos. Incoerentemente, o governador alardeia em toda a imprensa que o Estado não tem dinheiro e que o ajuste fiscal é inevitável.
E a UEG, é Friboi?
Ironicamente, Marconi Periggo implementa atualmente sua política de “austeridade fiscal”, cortando gastos na saúde, na educação, na segurança pública, no esporte e também no lazer. E ainda tem colocado em prática um plano de corte de benefícios (quinquênio e outros) e de desmanche de direitos trabalhistas conquistados por professores e funcionários públicos do estado ao longo de décadas. Além disso, promove em vários órgãos, inclusive na UEG, demissões em massa de funcionários e de professores temporários sem a devida substituição por concursados. Por isso, vários cursos em diversos campus (unidades) estão sem professores mais de dois meses após o início do ano letivo na instituição. Para suprir a falta de professores, o reitor, a mando de Marconi, está forçando os efetivos a trabalharem mais sem o correspondente aumento dos seus vencimentos.
E a UEG, é Friboi?
Professores, funcionários e alunos da UEG convivem cotidianamente com a precarização do trabalho, o sucateamento da instituição e com uma assistência estudantil muito aquém das necessidades. Para a UEG não existem investimentos: para a pesquisa os recursos são cada vez mais escassos; a qualidade da formação tende a piorar, devido à intensificação do trabalho dos professores e à precariedade das condições de ensino e estudo; a extensão está em vias de extinção na instituição.

Não queremos que a UEG vire Friboi, mas exigimos o aumento do repasse da arrecadação estadual líquida para a UEG de 2% para 5%; convocação imediata de todos os professores aprovados no concurso de 2015 e efetivação do concurso para funcionários técnicos administrativos; revogação da Resolução CsU nº 01/2015 (a resolução da precarização e intensificação do trabalho docente); reposição salarial de 8,92% e aumento real de 10%; reforma dos prédios e laboratórios e maiores investimentos em política estudantil (bolsas, casas para estudantes, passe livre intermunicipal, etc.) e bibliotecas.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Para o Friboi R$ 1,23 bilhão! Para a UEG...

video

PROTESTO E ARTE NA CHURRASCADA DO ANIVERSÁRIO DA UEG

video

Imprensa goiana realiza cobertura da Manifestação do aniversário da UEG em 16/04/ 2015

16/04/2015 14h06 - Atualizado em 16/04/2015 14h20

Alunos fazem churrasco para protestar contra precariedade da UEG

FONTE: http://g1.globo.com/goias/noticia/2015/04/alunos-fazem-churrasco-para-protestar-contra-precariedade-da-ueg.html

Manifestantes pedem melhorias para a instituição, que completa 16 anos.
Grupo denunciou suposto perdão de dívida que frigorífico tinha com governo.

Vitor SantanaDo G1 GO
Manifestantes fazem churrasco na Praça Cívica em protesto às más condições da UEG, em Goiânia, Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)Alunos e professores da UEG  fizeram churrasco durante protesto, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)
Cerca de 100 alunos, professores e servidores administrativos da Universidade Estadual de Goiás (UEG) protestaram em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, na Praça Cívica, em Goiânia, nesta quinta-feira (16). Eles escolheram a data em que a instituição completa 16 anos para reclamar da precariedade dos campi e demissão de mais de 200 funcionários. Os manifestantes ainda fizeram um churrasco para denunciar um susposto perdão de dívida bilionária de um frigorífico com o governo estadual.
O protesto começou por volta das 10h. Na ocasião, os manifestantes bloquearam o anel interno da Praça Cívica, entre as avenidas 85 e 83. A Policia Militar foi acionada para controlar a situação, mas o ato foi pacífico. O grupo começou a se dispersar por volta das 13h30, quando as vias foram liberadas.
Entre as reivindicações apresentadas pelo grupo estão o aumento do repasse da arrecadação estadual líquida para a UEG de 2% para 5% e a convocação imediata de todos os professores aprovados no concurso de 2015 e efetivação do concurso para funcionários técnicos administrativos. Além disso, eles pedem reforma dos prédios, laboratórios e bibliotecas.

Sobre a demissão dos servidores, a UEG disse, em nota, que “assim como outras autarquias e órgãos estaduais de Goiás, teve de seguir o decreto, emitido pelo governo do Estado, de nº 8273. O documento, em seu artigo 2, inciso II, estabelece que ‘os contratos temporários terão o seu quantitativo global reduzido em 9500 (nove mil e quinhentas) unidades'".
Sendo assim, a instituição afirma que fez negociações para “a redução máxima de impacto” e elaborou uma análise do quadro de funcionários, “levando em consideração parâmetros exclusivamente técnicos”. Com isso, “do total de 215 servidores, 86 foram afastados da Administração Central e 129 técnicos-administrativos temporários foram demitidos nas 39 unidades”, explicou a nota.

Precariedade
Os profissionais da universidade também reclamam de más condições de trabalho. "O governo também aumentou a carga horária dos professores, então todos trabalham no limite, sem possibilitar que se tenha tempo para pesquisas cientificas e crescimento profissional", disse o representante do movimento.
Alunos protestam contra situação precária da UEG, em Goiânia, Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)Alunos protestam contra situação precária da UEG
(Foto: Vitor Santana/G1)
Para os alunos, a instituição está em uma situação precária. "Não tem estrutura digna para ter aula. O aprendizado fica comprometido. Não temos data show na sala de aula, a academia e piscina estão em péssimo estado, representando risco para os alunos", disse Luan Marcelino, que estuda educação física.
“Nao queremos greve, mas sabemos que é necessário para chamar a atenção para o caos que vivemos e que sejam implementadas melhorias", completa a também aluna de educação fisica Sullyana França.
A UEG destacou, ainda, que houve um ajuste das cargas horárias dos docentes “para equalizar as despesas com pessoal”, mas “em atendimento ao proposto pelo Ministério da Educação (MEC), que prevê que os professores efetivos devam cumprir carga horária mínima de 12 horas/aula semanais”.
Já em relação à reclamações sobre as condições de estrutura dos prédios, a instituição ressalta que a instituição “vem investindo R$ 14 milhões para reforma de seis campus até 2016. Outro valor concerne aos R$ 15,5 milhões que serão destinados apenas à construção de bibliotecas e auditórios. Inclusão e acessibilidade a seus espaços também estão na gama de ações, sendo que R$ 5,7 milhões estão sendo destinados para a construção de rampas de acesso e banheiros adaptados”.

Churrasco
Segundo os manifestantes, a carne foi servida gratuitamente durante o protesto para alertar sobre uma dívida de mais de R$ 1,6 bilhão de uma rede de frigoríficos do estado, que teria sido perdoada pelo Governo de Goiás. "Eles dizem que não têm dinheiro para fazer melhorias na educação, melhorar a estrutura da universidade e contratar novos funcionários, mas perdoam uma dívida bilionária", reclamou o professor da UEG Marcos Ataíde.
No entanto, ao contrário do que disseram os manifestantes, a assessoria de imprensa do governo informou não houve um perdão da dívida e, sim, uma renegociação do valor. De acordo com o órgão, mais de 900 empresas de todo estado entraram em um programa da Secretaria da Fazenda que oferece descontos às empresas para incentivar a quitação de todos os débitos.

Com isso, houve uma amortização de 99% dos juros e anulação das multas das companhias. Dessa forma, de R$ 1,65 bilhão, o débito do frigorífico caiu para R$ 327 milhões.
Manifestantes levaram vaca de plástico para protestar contra o Governo de Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)Manifestantes levaram vaca de plástico para protestar contra o Governo de Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)
tópicos:

quarta-feira, 15 de abril de 2015

FELIZ ANIVERSÁRIO, UEG! A HORA É AGORA! MOBILIZA UEG!

UEG: 16 ANOS DE DESCASO
POR QUANTOS ANIVERSÁRIOS MAIS?

Neste dia 16 de abril de 2015, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) está completando 16 anos de existência. A comemoração desse aniversário não poderia ser de outro modo, senão na forma de protesto, através de uma grande CHURRASCADA na Pça. Cívica, em frente ao palácio do governo estadual. O churrasco é um repúdio ao governo de Marconi Periggo (PSDB), pelo perdão da dívida de R$ 1,23 bilhão (R$ 1.230.000.000,00) em impostos sonegados (ICMS) pelo grupo JBS–Friboi. A chamada Lei-Friboi foi assinada no apagar das luzes do ano de 2014 (véspera do natal, que presente!) e isentou o grupo JBS-Friboi de impostos que foram sonegados durante dez anos. Incoerentemente, o governador alardeia em toda a imprensa que o Estado não tem dinheiro e que o ajuste fiscal é inevitável.
 
E a UEG, é Friboi?
Ironicamente, Marconi Periggo implementa atualmente sua política de “austeridade fiscal”, cortando gastos na saúde, na educação, na segurança pública, no esporte e também no lazer. E ainda tem colocado em prática um plano de corte de benefícios (quinquênio e outros) e de desmanche de direitos trabalhistas conquistados por professores e funcionários públicos do estado ao longo de décadas. Além disso, promove em vários órgãos, inclusive na UEG, demissões em massa de funcionários e de professores temporários sem a devida substituição por concursados. Por isso, vários cursos em diversos campus (unidades) estão sem professores mais de dois meses após o início do ano letivo na instituição. Para suprir a falta de professores, o reitor, a mando de Marconi, está forçando os efetivos a trabalharem mais sem o correspondente aumento dos seus vencimentos.
 
E a UEG, é Friboi?
Professores, funcionários e alunos da UEG convivem cotidianamente com a precarização do trabalho, o sucateamento da instituição e com uma assistência estudantil muito aquém das necessidades. Para a UEG não existem investimentos: para a pesquisa os recursos são cada vez mais escassos; a qualidade da formação tende a piorar, devido à intensificação do trabalho dos professores e à precariedade das condições de ensino e estudo; a extensão está em vias de extinção na instituição.

Não queremos que a UEG vire Friboi, mas exigimos o aumento do repasse da arrecadação estadual líquida para a UEG de 2% para 5%; convocação imediata de todos os professores aprovados no concurso de 2015 e efetivação do concurso para funcionários técnicos administrativos; revogação da Resolução CsU nº 01/2015 (a resolução da precarização e intensificação do trabalho docente); reposição salarial de 8,92% e aumento real de 10%; reforma dos prédios e laboratórios e maiores investimentos em política estudantil (bolsas, casas para estudantes, restaurantes, passe livre intermunicipal, etc.) e bibliotecas.