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O Movimento Mobiliza UEG consiste num movimento unificado de professores, estudantes e funcionários técnico-administrativos da Universidade Estadual de Goiás, espontâneo, independente, não institucionalizado, não hierarquizado e que adota como estratégia de atuação a ação direta. Seu objetivo é intervir no processo de construção da UEG com a finalidade de torná-la, de fato, uma universidade pública, gratuita, autônoma e democrática, capaz de cumprir o seu papel enquanto instituição de educação superior, produtora e socializadora de conhecimentos que contribuam para o bem-estar da sociedade goiana, em particular, da sociedade brasileira, em geral, e, quiçá, de toda a humanidade, primando pela qualidade reconhecida social e academicamente.

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TERMO DE COMPROMISSO ASSINADO AO FIM DA GREVE GERAL DA UEG

TERMO DE COMPROMISSO

Pelo presente termo que firmam entre si, de um lado a Universidade Estadual de Goiás, representada pelo seu Reitor Haroldo Reimer, doravante denominada UNIVERSIDADE, e de outro lado os professores, estudantes e servidores técnico-administrativos que se organizam no Movimento Mobiliza UEG, devidamente autorizados em assembleia por meio de uma comissão formada pelos professores Joelma Abadia Marciano de Paula, Eliane Gonçalves Costa Anderi, Suely Miranda Cavalcante Bastos, Mary Anne Vieira Silva, Janes Socorro da Luz e os alunos Joelma da Mota Louredo e Lucas de Almeida Pereira, doravante denominados MOVIMENTO, celebram e assumem os compromissos abaixo elencados:
Cláusula 1ª – O MOVIMENTO decidiu, nesta data, pelo término da greve deflagrada em 25 de abril de 2013.
Cláusula 2ª As alterações do Plano de Cargos e Salários [dos professores] foram aprovadas pela Assembleia Legislativa e sancionadas pelo Governador de Goiás, conforme encaminhamento feito pela UNIVERSIDADE com a alteração proposta pelo MOVIMENTO.
Cláusula 3ª – A UNIVERSIDADE empreenderá seus esforços para realização de concurso público para admissão de 250 (duzentos e cinquenta) professores e 500 (quinhentos) técnicos administrativos para o primeiro semestre de 2014.
Cláusula 4ª – A UNIVERSIDADE encaminhará ao Governo de Goiás a solicitação de reposição salarial de 7,08% (sete inteiros e oito centésimos por cento) em 2013, descontada a antecipação concedida de 1,52% (um inteiro vírgula cinquenta e dois centésimos), e a integralização de 13,36% (treze inteiros vírgula trinta e seis centésimos por cento), até julho de 2014 para os servidores efetivos docentes e técnicos administrativos.
Cláusula 5ª – A UNIVERSIDADE se compromete a assegurar no orçamento de 2014 o valor de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) na ação de obras para a política de assistência estudantil (moradia, restaurante universitário e/ou centro de convivência), conforme proposta a ser apresentada a partir da realização dos fóruns com a participação do Grupo de Trabalho das Políticas de Assistência Estudantil do Movimento Mobiliza UEG.
Cláusula 6ª – Após a realização dos fóruns supramencionados para a fixação das prioridades das unidades universitárias, a UNIVERSIDADE se compromete a dar prioridade na destinação orçamentária aos resultados propositivos, no tocante às políticas de assistência estudantil.
Cláusula 7ª – A UNIVERSIDADE destinará o valor de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) do seu orçamento previsto para 2014 ao Programa de Bolsas, cabendo ao Conselho Universitário a deliberação sobre o quantitativo e o valor das bolsas.
Cláusula 8ª – A UNIVERSIDADE encaminhará ao Governador de Goiás solicitação de crédito complementar no valor de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) para o orçamento de 2014, para atendimento das proposições levantadas a partir dos fóruns supracitados quanto à política de assistência estudantil (moradia, restaurante universitário e/ou centro de convivência).
Cláusula 9ª – A UNIVERSIDADE se compromete a não adotar nenhuma ação de retaliação pelo movimento paredista realizado, com qualquer sanção pelos atos já praticados, desde que cumpridos os compromissos ora firmados.
Cláusula 10ª – A UNIVERSIDADE se compromete a promover estudos para adoção de novo regime de trabalho para os professores do quadro temporário, buscando a equiparação com os docentes do quadro efetivo para possível implantação em 2014.
Cláusula 11ª – A UNIVERSIDADE se compromete a aplicar 50% (cinquenta inteiros por cento) dos recursos oriundos a partir da devolução de recurso da FUNCER nas obras de reforma da ESEFFEGO.
Cláusula 12ª – A UNIVERSIDADE se compromete a promover a atualização e expansão continuada do acervo bibliográfico das bibliotecas das unidades.
Cláusula 13ª – Em relação à reforma, ampliação e construção das estruturas das unidades, as demandas já indicadas pelos diretores em 2012 retornarão para as unidades, para que as mesmas possam rever se as obras indicadas são de fato prioridades e retornem à Reitoria até o final do mês de setembro/2013.
Cláusula 14ª – O MOVIMENTO se compromete ao retorno das atividades em até 72 horas, contadas em dias úteis, com início das aulas no dia 1º de agosto de 2013.
Cláusula 15ª – As unidades universitárias entregarão os calendários de reposição de aulas na Pró-Reitoria de Graduação até o dia 30 de julho de 2013.
Cláusula 16ª – A UNIVERSIDADE e o MOVIMENTO, por intermédio de seus procuradores, informarão ao Tribunal de Justiça de Goiás o término da greve, requerendo o arquivamento do processo nº 222592-77.2013.8.09.0000 (2013392225922), concomitantemente com o retorno das atividades.
Anápolis, 24 de julho de 2013.

Universidade Estadual de Goiás
Reitor
Comissão de Negociação do Movimento Mobiliza UEG


sexta-feira, 4 de abril de 2014

CONVOCAÇÃO URGENTE - 05/04 - 10h00 - AUDITÓRIO UnUCESH -


O Movimento Mobiliza UEG convoca a todos(as) funcionários(as), professores(as) e estudantes para reunião extraordinária dia 05/04/2014 (sábado) às 10h00 da manhã no auditório da UEG Anápolis - UnUCSEH (Bairro Jundiaí - próximo a prefeitura de Anápolis).

PAUTA:
 
  • Reajuste Salarial (docente e funcionário técnico-administrativo);
  • Assistência Estudantil;
  • Regime de Tempo Integral de Dedicação à Docência e à Pesquisa - RTIDP;
  • Descumprimento do Termo de Compromisso assinado no final da greve de 2013.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Vereadora Cristina Lopes mente em depoimento sobre conquistas da greve

 
Vereadora fala asneiras em video de campanha eleitoral na UEG

A vereadora Cristina Lopes de Goiânia (professora licenciada da UEG), ao gravar video de campanha no youtube para as eleições de diretores da UEG (2013), ( http://www.youtube.com/watch?v=SuFWcZzRiSg ) fala aberrações e inverdades sobre a reforma atual da UnU Eseffego, alegando que tais obras foram conquistadas através da gestão daquela unidade. Entretanto, já é sabido por todos que as obras em andamento na Eseffego, e em várias outras unidades da UEG, são resultado exclusivo das grandes e combativas lutas de professores, alunos e funcionários, não somente da UnU Eseffego, mas também de todas as outras 12 unidades da UEG que deflagraram greve durante o presente ano de 2013. Vale ressaltar ainda que a vereadora Cristina Lopes além de não reconhecer a luta e as conquistas do Movimento Mobiliza UEG,  também não participou em nenhum momento do movimento grevista, haja visto que a mesma é do mesmo partido do governador Marconi Periggo, ou seja, do PSDB. A mesma ainda, durante todo o período de greve, nem sequer se dispôs a marcar audiência entre a comissão de negociação de greve da UEG  e  o governador do Estado, como se o problema da UEG não fosse do interesse da vereadora, que também é professora licenciada da UEG. Por fim, vale ressaltar ainda que a vereadora Cristina Lopes não saía da Câmara Municipal de Goiânia quando da ocupação da mesma pelos professores da rede municipal,  onde a mesma era diariamente flagrada assediando e levando caixas de frutas e pães aos professores(as) municipais acampados na câmara durante o segundo semestre deste ano, e também aqui (diferentemente da greve da UEG) ela se dispôs a auxiliar na mediação das negociações entre professores em greve, o Paço Municipal e o Ministério Público. Logo, fica fácil de  entender tal fato, a greve municipal ia contra a atual gestão do PT (prefeito Paulo Garcia), o que  fez despertar o grande interesse da vereadora, já que a mesma, como citado anteriormente, é filiada ao mesmo partido do governador, a quem interessava o desgaste do prefeito. Daí desscobrimos os reais interesses demagógicos, assistencialistas e eleitoreiros da participação da vereadora Cristina naquele movimento de greve  municipal, e o seu total descaso e omissão com a greve da UEG também em 2013. 
O Movimento Mobiliza UEG ratifica publicamente que foram várias as conquistas da Greve de 2013, dentre elas, as atuais reformas de várias unidades universitárias, e que tais conquistas não foram da responsabilidade de nenhuma pessoa individualmente, mas sim de todos os alunos, professores e funcionários da UEG que participaram juntos, com pauta unificada, da maior greve da história da UEG durante o presente ano de 2013.(Veja video logo abaixo)
MOVIMENTO MOBILIZA UEG

video



CONCURSO PÚBLICO JÁ NA UEG: PARA SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

ABRINDO A CAIXA DE PANDORA DA UEG






Desde 2006 funciona um convênio entre a UEG e o DETRAN (chamado de EVV), para exames de candidatos à CNH. O convênio prevê no contrato que os profissionais que trabalham como examinadores nas bancas de avaliação sejam professores da UEG. Como a maioria dos professores efetivos não se interessam em trabalhar nesse convênio e diante da falta desses profissionais a Reitoria da UEG resolveu contratar pessoas de fora da UEG (via Contrato Temporário) para a função de PROFESSOR UNIVERSITÁRIO para trabalharem no projeto apenas como examinadores nas bancas de avaliação. O convênio emprega cerca de 350 pessoas da UEG e desse total, cerca de 70 FALSOS PROFESSORES atuam como se fossem legítimos professores da UEG, apesar de nunca terem pisado em uma sala de aula. A maioria são lotados com "Carga-Horária de Extensão" (só no papel) na Pró-Reitoria de Extensão da UEG. A grande maioria possui titulação de especialista e recebe um salário entre R$ 6.000,00 e R$ 7.000,00 mensais, enquanto que os professores especialistas da UEG, em sala de aula com 40 hs, recebem apenas R$ 1.856,79.


FORA PM DA UEG E FORA PM DO MUNDO!

A Polícia Militar mais uma vez comete abusos e arbitrariedades ao adentrar de forma ilegal e com violência no Campus UEG UnU Porangatu. Uma pequena confusão entre torcedores e a juíza que apitava o jogo da competição interclasses nesta mesma unidade, foi o motivo para a entrada de forma ilegal, covarde e violenta da Polícia Militar naquela unidade da UEG no norte de Goiás. Professores e alunos se mobilizaram contra os PMs (veja o video abaixo) e não permitiram com que levassem presos os alunos envolvidos no incidente. O Movimento Mobiliza UEG é contra a entrada da PM nos Campi da UEG e também reprova os atos de violência, coação e intimidação da Polícia Militar contra estudantes, professores e funcionários da UEG. Durante o nosso movimento de greve ainda em 2013, professores, alunos e funcionários da UEG foram vítimas da coação, da intimidação e da violência psicológica e física realizada pela Polícia Militar do Estado de Goiás. Naquela ocasião, alunos e professores foram agredidos fisicamente, e policias "P2" frequentavam as Assembléias Gerais da UEG a mando do Governador Marconi Periggo, com intuito de intimidar e amedrontrar os grevistas, mas não tiveram êxito nenhum, pois tal violência foi publicizada em todas as mídias e canais de comunicação, reprovando a violência da PM e o autoritarismo e o coronelismo do governador Marconi Periggo. FORA PM DA UEG E FORA PM DO MUNDO!